Doze dúvidas. Três categorias. Zero enrolação.
Respostas diretas sobre diagnóstico, processo e resultado. Sem promessa de prazo genérico: cada projeto tem escopo e prazo fechados na conversa.
Diagnóstico.
O que exatamente é o diagnóstico?+−
Sete dias úteis e duas visitas à sua operação. Entrevistamos quem decide e quem executa, olhamos o sistema e não só o que se conta dele, escolhemos um fluxo para atacar primeiro, medimos o número de hoje e você aceita essa linha de base por escrito. Antes de construir qualquer coisa, escrevemos o critério de formatura: o que conta como a primeira entrega ter dado certo.
Funciona para qualquer segmento?+−
Sim. Já aplicamos em climatização, mobilidade elétrica e varejo. O que muda é onde está a alavanca, não o processo para encontrá-la. Se você tem processos repetitivos, decisões manuais ou atendimento em volume, existe oportunidade.
Minha empresa precisa ser grande?+−
Não. Trabalhamos com empresas que têm operação real em funcionamento. Uma empresa com 5 pessoas e processos manuais pesados pode ter mais alavanca do que uma empresa de 100 pessoas com processos já parcialmente automatizados.
Preciso ter maturidade em tecnologia?+−
Não é pré-requisito. Avaliamos onde você está hoje e projetamos o que faz sentido para o seu momento. Empresas que "não sabem nada de IA" costumam ter mais oportunidades intactas do que as que já tentaram várias ferramentas sem diagnóstico prévio.
Processo.
Como começa o processo?+−
Pelo diagnóstico: duas visitas à operação, um fluxo escolhido, o número de hoje medido e a linha de base aceita por escrito, com o critério de formatura antes de qualquer implementação. A conversa pelo WhatsApp só marca essas visitas. Conhecer o diagnóstico →
Preciso ter equipe técnica?+−
Não. A Kaffra cuida de toda a implementação técnica. Você precisa de alguém na empresa que entenda os processos, e já é suficiente. A operação do dia a dia após a entrega é desenhada para ser simples e independente de equipe técnica interna.
O que acontece depois da implementação?+−
Depois que a solução entra em produção, os dados reais da operação começam a aparecer. Usamos esses dados para refinar, ajustar e melhorar o que foi entregue, em ciclos contínuos junto com o cliente.
O que entra na evolução contínua e o que fica fora?+−
Entram: monitoramento das automações, ajustes operacionais, análise de performance e canal direto com o time. Ficam fora: novas funcionalidades, novas integrações e mudanças de escopo, tratados como projeto novo, orçados separadamente, cada um com seu critério de formatura.
Resultado.
Em quanto tempo vejo resultado?+−
Depende do escopo. O prazo é fechado no diagnóstico, não é uma tabela fixa de dias ou semanas: cada plano tem um prazo definido conforme o que foi mapeado e aprovado. Nada começa sem você ter o plano na mão e ter dito sim.
Vocês garantem resultado?+−
Medimos o número de hoje antes de começar e escrevemos, antes de construir, o critério que define se a primeira entrega deu certo. Garantia de retorno absoluto não existe em lugar nenhum. O que existe aqui é linha de base aceita por você e uma fatia pequena e reversível para provar o ganho antes da próxima.
O que acontece se não fizer sentido avançar?+−
A conversa inicial é sem compromisso. Se o diagnóstico mostrar que não há alavanca relevante no momento, falamos isso diretamente. Não existe modelo de negócio saudável que dependa de vender onde não faz sentido.
Como vocês medem o resultado?+−
No diagnóstico, escolhemos um fluxo e medimos o número de hoje. Você aceita essa linha de base por escrito. Depois da primeira fatia, acompanhamos o mesmo número contra o critério de formatura.