KAFFRA

Conteúdo e marketing

Vídeo por item do catálogo, anúncios em variações, posts em fila. Produção que sai do que a empresa já tem.

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Três jeitos de a IA não pagar em conteúdo e marketing

A maioria dos projetos de conteúdo com IA morre em um destes três pontos. Cada parte do que a gente constrói existe para tirar um deles do caminho.

  • GENÉRICO[01]

    Produzir o que qualquer empresa produziria

    A IA escreve rápido, mas sem o que a empresa sabe. O resultado parece de todo mundo e ninguém reconhece a marca.

    A gente liga a produção ao que a empresa já tem: casos, dúvidas de cliente, reuniões, catálogo. A IA monta a partir disso, não do nada.

  • SOLTO[02]

    Gerar peça sem fila nem aprovação

    Sai muita coisa, ninguém revisa, e o que vai ao ar tem erro de tom ou de fato. A equipe perde a confiança e para de usar.

    Toda peça passa por uma fila com quem aprova. O ritmo é semanal, com o tom escrito e conferido antes de publicar.

  • CEGO[03]

    Publicar sem saber o que rendeu

    A peça sobe e ninguém olha o que aconteceu. A próxima rodada começa do zero, repetindo o que não funcionou.

    O que foi ao ar e o que rendeu fica registrado. A rodada seguinte começa do melhor resultado, não do zero.

O que a gente constrói em conteúdo e marketing

  1. 02

    Anúncios em variações.

    Várias versões de criativo e texto para testar, a partir de um briefing.

    Faz sentido quando

    • O time de tráfego quer testar mais ganchos, mas a produção entrega uma peça por semana.
    • As variações saem parecidas demais e o teste não ensina nada.
    • Cada campanha nova começa do zero, sem aproveitar o que já funcionou.

    O que a gente constrói

    • Um briefing padronizado, com ângulo, público e oferta, que vira a entrada do fluxo.
    • A geração de variações de texto e de imagem dentro das regras da marca.
    • O registro do que foi ao ar e do que rendeu, para a próxima rodada começar do melhor.

    O que a gente mede: Variações testadas por semana e tempo do briefing ao anúncio no ar.

    Ver como funciona
  2. 03

    Posts e carrosséis em fila.

    Produção semanal a partir do que a empresa já tem: casos, dúvidas de cliente, bastidores.

    Faz sentido quando

    • O perfil fica dias sem postar porque ninguém senta para produzir.
    • O conteúdo não usa o que a empresa já sabe: as dúvidas que chegam, os casos resolvidos.
    • Quando posta, o tom varia conforme quem escreveu.

    O que a gente constrói

    • Uma fonte de pautas ligada ao dia a dia: atendimento, reuniões, entregas.
    • A escrita no tom da empresa, com os formatos definidos: post, carrossel, legenda.
    • A fila da semana pronta para revisão e agendamento.

    O que a gente mede: Peças publicadas por semana e horas da equipe por peça.

    Ver como funciona
  3. 04

    Conteúdo a partir da reunião.

    A conversa com o cliente vira roteiro, legenda e resposta de dúvida frequente.

    Faz sentido quando

    • As melhores explicações da empresa acontecem em reunião e nunca viram material.
    • O time comercial repete a mesma resposta dezenas de vezes.
    • Quem produz conteúdo não sabe o que o cliente pergunta de verdade.

    O que a gente constrói

    • A captura das reuniões com consentimento e a transcrição organizada.
    • A extração do que serve: objeções, dúvidas, exemplos, frases do cliente.
    • A transformação em roteiro, legenda e página de dúvidas frequentes.

    O que a gente mede: Pautas aproveitadas por reunião e tempo até a peça pronta.

    Ver como funciona

Para empresas que estejam em um destes momentos

  1. 01O catálogo muda toda semana e a produção de vídeo não acompanha.
  2. 02O time de tráfego quer testar mais ganchos do que a produção entrega.
  3. 03O perfil fica dias sem postar porque ninguém senta para produzir.
  4. 04As melhores explicações acontecem em reunião e nunca viram material.
  5. 05Quando posta, o tom varia conforme quem escreveu.
  6. 06Só os itens mais caros ganham vídeo; o resto fica com foto parada.

Perguntas antes do primeiro contato

A IA vai escrever no tom da nossa empresa?

Vai, porque o tom entra escrito antes da primeira peça, com exemplos do que a empresa já publicou e do que não quer. A fila de aprovação corrige o que escapar nas primeiras semanas, e o modelo aprende com as correções.

A gente perde o controle do que vai ao ar?

Não. Nada publica sozinho. A peça chega pronta numa fila, e quem aprova decide em poucos minutos. O ganho é tirar a produção da mão da equipe, não a decisão.

Precisa trocar as ferramentas que a gente já usa?

Em geral não. A gente constrói em cima do que existe: o cadastro do catálogo, a conta da rede, o agendador que a equipe já conhece.

Quanto tempo até a primeira peça sair?

Depende do que já está organizado. O diagnóstico define o processo primeiro; a produção entra quando o tom e a fila estão escritos. O prazo sai na proposta.

Conteúdo que sai do que a empresa já sabe, no ritmo da semana.

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