KAFFRA

Operação e back-office

Documento lido e lançado, sistemas que conversam, cobrança e agenda sem planilha. A rotina repetida sai da mão da equipe.

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Três jeitos de a IA não pagar em operação e back-office

A maioria dos projetos de automação morre em um destes três pontos. Cada parte do que a gente constrói existe para tirar um deles do caminho.

  • FRÁGIL[01]

    Automatizar em cima de um processo que ninguém escreveu

    O fluxo funciona na demonstração e quebra na primeira exceção, porque a exceção nunca foi mapeada. A equipe volta para a planilha.

    A gente escreve o processo com quem faz antes de construir, marca onde ele trava e trata a exceção como caminho, não como erro.

  • ILHA[02]

    Ligar dois sistemas e criar um terceiro problema

    A integração copia dado para lá e para cá, mas ninguém sabe qual sistema manda em cada campo. As divergências aparecem no fechamento.

    Cada dado tem um dono. A integração registra cada troca e avisa quando algo não bate, antes de virar problema.

  • SEM NÚMERO[03]

    Automatizar sem medir o que mudou

    A rotina ficou mais rápida, dizem. Ninguém mediu as horas antes, então ninguém sabe quanto voltou para a equipe.

    A linha de base é aceita por escrito antes da construção. Depois, o número de hoje é comparado com o de ontem, todo mês.

O que a gente constrói em operação e back-office

  1. 01

    Documentos lidos e lançados.

    Notas, contratos, pedidos e laudos extraídos e conferidos antes de entrar no sistema.

    Faz sentido quando

    • Alguém passa o dia digitando o que já está escrito num PDF.
    • O erro aparece no fechamento, semanas depois do lançamento.
    • Cada fornecedor manda num formato e a equipe decora as diferenças.

    O que a gente constrói

    • A leitura dos documentos nos formatos que a empresa recebe, com os campos que o sistema precisa.
    • A conferência contra regras da empresa: valor, data, fornecedor, duplicidade.
    • O lançamento automático do que passou e a fila de exceções para uma pessoa decidir.

    O que a gente mede: Documentos lançados por hora, taxa de erro por lote e tempo de conferência.

    Ver como funciona
  2. 02

    Sistemas que passam a conversar.

    ERP, planilha, CRM e e-mail trocando dados sem copia e cola.

    Faz sentido quando

    • A mesma informação é digitada em dois ou três lugares.
    • Os sistemas discordam entre si e ninguém sabe qual está certo.
    • A integração 'oficial' é cara demais ou não existe.

    O que a gente constrói

    • O mapa de quais dados saem de onde e chegam onde, com a regra de quem manda em cada campo.
    • As integrações entre os sistemas que a empresa já usa, com registro de cada troca.
    • O alerta quando algo não bate, para uma pessoa resolver antes de virar problema.

    O que a gente mede: Horas de redigitação por semana e divergências entre sistemas por mês.

    Ver como funciona
  3. 03

    Cobrança e conciliação.

    Lembrete, baixa e aviso de atraso sem ninguém olhando planilha.

    Faz sentido quando

    • O financeiro gasta horas conciliando extrato com planilha.
    • O lembrete de cobrança sai quando sobra tempo, ou não sai.
    • O atraso é descoberto no fim do mês, não no dia seguinte.

    O que a gente constrói

    • A régua de cobrança por perfil de cliente, com os textos da empresa.
    • A conciliação automática entre o que entrou e o que estava previsto.
    • O painel do que está em atraso, com a próxima ação sugerida.

    O que a gente mede: Dias de atraso médio, horas de conciliação por semana e inadimplência.

    Ver como funciona
  4. 04

    Agenda, escala e logística.

    Marcação, confirmação e reorganização quando alguém falta ou atrasa.

    Faz sentido quando

    • Falta e atraso derrubam a produtividade do dia e ninguém consegue remanejar a tempo.
    • A confirmação de presença é feita à mão, uma ligação por vez.
    • A escala ou a rota é refeita toda semana na base do improviso.

    O que a gente constrói

    • A confirmação automática no canal do cliente, com reagendamento na própria conversa.
    • A reoferta da vaga liberada para a fila de espera.
    • A reorganização da escala ou da rota quando algo muda, com aprovação de uma pessoa.

    O que a gente mede: Horários perdidos por semana e tempo da equipe em remarcação.

    Ver como funciona

Para empresas que estejam em um destes momentos

  1. 01Alguém passa o dia digitando o que já está escrito num PDF.
  2. 02A mesma informação é digitada em dois ou três lugares.
  3. 03O financeiro gasta horas conciliando extrato com planilha.
  4. 04Falta e atraso derrubam a produtividade do dia e ninguém remaneja a tempo.
  5. 05O erro aparece no fechamento, semanas depois do lançamento.
  6. 06A integração oficial entre os sistemas é cara demais ou não existe.

Perguntas antes do primeiro contato

Precisa trocar o nosso sistema de gestão?

Não. A gente constrói em cima do que a empresa já usa. Quando o sistema não tem como receber dados, o diagnóstico mostra isso e propõe a camada por cima, sem migração.

E a exceção, o caso que foge da regra?

A exceção vai para uma pessoa, com o contexto. O que passou na conferência segue sozinho; o que não passou espera decisão. É assim que a equipe confia no fluxo.

Como a gente sabe que valeu a pena?

Pelo número que foi aceito antes de começar: horas por semana, erro por lote, dias de atraso. A gente compara todo mês e mostra o antes e o depois.

Quanto tempo a equipe gasta com isso?

Na fase de mapeamento, algumas conversas com quem faz o trabalho. Depois, só a revisão das exceções. O objetivo é tirar trabalho da equipe, não acrescentar.

A rotina repetida sai da mão da equipe, com número para provar.

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