Sistemas, hierarquia e acesso
Portal do cliente, sistema no lugar da planilha, quem vê o quê por cargo e filial, retrofit do que já existe. Com trilha de tudo.
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Três jeitos de a IA não pagar em sistemas, hierarquia e acesso
A maioria dos projetos de sistema morre em um destes três pontos. Cada parte do que a gente constrói existe para tirar um deles do caminho.
- DESALINHADO[01]
Construir o sistema errado
Meses de projeto para descobrir que a tela não serve para quem usa. A equipe volta para a planilha que o sistema deveria substituir.
A gente mapeia a operação com quem faz, desenha as telas que ela usa de verdade e constrói em fatias, cada uma rodando antes da seguinte.
- ABERTO[02]
Todo mundo vendo tudo
A empresa cresceu, tem filiais e perfis, e o acesso continua igual para todos. Dado de um cliente aparece para quem atende outro.
Quem vê o quê fica definido por cargo, unidade e cliente, aplicado no próprio dado, com trilha de quem alterou e quando.
- PRESO[03]
Ficar refém do sistema antigo ou de quem fez o novo
Trocar tudo é caro e arriscado, então nada muda há anos. Ou o sistema novo funciona, mas só quem fez sabe mexer.
A camada nova entra por cima do que existe, sem parar a operação, e tudo fica documentado num padrão que qualquer equipe entende.
O que a gente constrói em sistemas, hierarquia e acesso
- 01
Portal do cliente.
Acompanhamento de pedido, projeto ou processo sem precisar ligar para perguntar.
Faz sentido quando
- Boa parte das ligações é 'como está o meu pedido?'.
- O cliente recebe informação diferente conforme quem atende.
- Documentos e aprovações circulam por e-mail e se perdem.
O que a gente constrói
- O portal com o que o cliente precisa ver: etapa, prazo, documentos, próximos passos.
- A atualização automática a partir dos sistemas internos.
- Os avisos nos momentos que importam: mudou de etapa, precisa de aprovação, está pronto.
O que a gente mede: Contatos de 'como está' por semana e tempo de resposta ao cliente.
Ver como funciona - 02
Sistema interno no lugar da planilha.
Cadastro, pedidos e estoque, com histórico de quem fez o quê.
Faz sentido quando
- A planilha virou o sistema da empresa e já não aguenta o volume.
- Duas pessoas editam ao mesmo tempo e o dado some.
- Não dá para saber quem mudou o quê, nem quando.
O que a gente constrói
- O sistema com as telas que a operação usa de verdade, sem o que não usa.
- As regras de validação na entrada, para o erro não entrar.
- O histórico de cada alteração e a importação do que já existe na planilha.
O que a gente mede: Erros de cadastro por mês e tempo gasto conferindo planilha.
Ver como funciona - 03
Hierarquia de dados e permissões.
Quem vê o quê por cargo, filial ou cliente, com trilha de auditoria.
Faz sentido quando
- A empresa cresceu, tem filiais ou equipes, e o acesso continua igual para todos.
- Informação de um cliente pode ser vista por quem atende outro.
- Quando algo some ou muda, não há como saber quem foi.
O que a gente constrói
- O desenho da hierarquia: cargos, unidades, clientes, e o que cada um pode ver e fazer.
- A aplicação da regra no próprio dado, para valer em qualquer tela, relatório ou agente.
- A trilha de auditoria com quem fez o quê e quando.
O que a gente mede: Incidentes de acesso indevido e tempo para responder a uma auditoria.
Ver como funciona - 04
Agentes com acesso controlado.
IA que executa tarefas nos sistemas da empresa dentro do que cada perfil pode fazer.
Faz sentido quando
- A equipe já usa IA para escrever, mas o trabalho de verdade continua manual no sistema.
- Tem medo de dar acesso a um agente porque ele poderia fazer o que não deve.
- As tarefas são claras e repetitivas, mas espalhadas por vários sistemas.
O que a gente constrói
- Os agentes com as tarefas que executam, cada um com o acesso do perfil que representa.
- Os limites: o que o agente faz sozinho, o que pede confirmação, o que nunca faz.
- O registro de cada ação, para a empresa saber o que a IA fez e por quê.
O que a gente mede: Tarefas executadas por agente por semana e intervenções humanas necessárias.
Ver como funciona - 05
Retrofit de sistema antigo.
O sistema que a empresa já usa ganha tela nova, integração e IA por cima, sem parar a operação nem migrar tudo de uma vez.
Faz sentido quando
- O sistema funciona, mas é lento, feio e ninguém novo aprende a usar.
- Trocar tudo é caro e arriscado demais, então nada muda há anos.
- A integração com o resto da empresa é feita por planilha e paciência.
O que a gente constrói
- O mapa do que o sistema antigo faz e do que a operação precisa dele hoje.
- A camada nova por cima: telas, integrações e agentes que falam com o sistema existente.
- O plano de migração em fatias, cada uma com o processo rodando antes de avançar.
O que a gente mede: Tempo por tarefa nas telas novas e partes do processo que saíram do sistema antigo.
Ver como funciona
Para empresas que estejam em um destes momentos
- 01A planilha virou o sistema da empresa e já não aguenta o volume.
- 02Boa parte das ligações é 'como está o meu pedido?'.
- 03A empresa tem filiais ou equipes e o acesso continua igual para todos.
- 04Quando algo some ou muda, não há como saber quem foi.
- 05O sistema funciona, mas é lento e ninguém novo aprende a usar.
- 06A equipe já usa IA para escrever, mas o trabalho de verdade continua manual no sistema.
Perguntas antes do primeiro contato
O sistema fica nosso?
Fica. Código, banco e documentação são da empresa, num padrão que qualquer equipe entende. Seguir sem a gente é uma escolha, nunca um problema.
Precisa parar a operação para migrar?
Não. A camada nova entra por cima do sistema atual. A equipe passa a usar as telas novas enquanto o antigo continua por trás, e cada parte migra quando a anterior está provada.
Um agente de IA mexendo no nosso sistema é seguro?
Ele só faz o que o perfil que ele representa poderia fazer, e o que passa da alçada vira pedido de confirmação. Cada ação fica registrada.
Quanto tempo até a primeira tela rodar?
A primeira fatia é curta por desenho: um processo, as telas dele, a equipe usando. O prazo exato sai na proposta, depois do diagnóstico.
Sistema sob medida, com acesso certo e trilha de tudo.
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Escolha por onde começar. A gente ajuda a achar a alavanca.
Na reunião gratuita a gente entende a sua operação e aponta onde aplicar primeiro.
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